O nosso transporte deixou-nos num acampamento de elefantes para assistirmos ao espectáculo destes animais de peso.
Fez alguma pena ver os elefantes a desempenharem números de circo; sentam-se que nem uns budhas, brincam com o hoola-hoop, dançam, pintam quadros (sim, é verdade) e pedem umas notas no fim de cada espectáculo.
Na verdade, esta deve ser uma das poucas formas de manter os elefantes cuidados, mas não deixámos de sentir alguma pena de ver aquelas performances.
O nosso guia levava um espeto na mão, tipo foice pequena, para espicaçar o elefante quando atrasava o passo, mas na verdade, ele usava mais o instrumento de precisão para palitar os dentes, o que foi de alguma forma mais tranquilizador!
Depois do almoço fomos fazer "Bamboo rafting", passear no rio numa jangada feita de bamboo. Claro que começámos a imaginar a jangada no meio do Atlântico por aí à deriva, não deve ser nada simpático...Mas enfim, estávamos num rio bastante parado, com 2 remadores e meio; um à frente a impulsionar, outro atrás a dirigir e meio (o Cylon) a fazer companhia.
Escusado será dizer que a sede entrou e houve o momento da cervejinha a meio-rio.





Estes colares chegam a pesar 4kg de cobre, uma barbaridade. Dizem que começáram a colocar este "acessório" para se defenderem dos tigres e que a tradição continuou até aos dias de hoje. Na verdade achamos que só têm estes colares porque recebem mais $$$ dos turistas que a dar no duro sem o metal. 
Esta aldeia vive de turistas como nós. Vendem lenços, acessórios de vários metais e roupa, em troca de uma fotografia.
É inevitável não apontarmos as câmaras, os adereços que as nativas desta tribo usam são muito fotogénicos.
Para nós, a melhor parte do dia foi sem dúvida o networking que fizémos, conhecêmos a Christine e a Destiny, 2 havaianas da nossa idade, muito simpáticas e conhecedoras da Nova Zelândia. Deram-nos umas boas dicas a não perder quando lá estivermos daqui a 3 semanas.
Conhecêmos também uma casal de portugueses (os primeiros na viagem!!!), a Maria José e o Eduardo que vivem na Austrália desde muito pequenos, há uns 40 anos mais ou menos. Eles, além de muito simpáticos, são muito viajados pela Austrália e também nos deram as dicas mais acertivas sobre a viagem que vamos fazer para a semana.
Apetecia que o dia esticasse para podermos absorver todas estas experiências que as pessoas que vamos encontrando pelo caminho nos podem oferecer.
O dia acabou convidados a jantar com 2 porto riquenhos que conhecêmos no nosso hotel, o David e o Ricardo. Estavam a rematar uma viagem de negócios neste cantinho da Tailândia e fizeram questão de transmitir o calor que aquele país em para oferecer. Que conversa boa e que novas aventuras ouvimos. Foi sem dúvida um acréscimo à nossa viagem conhecer estas pessoas de culturas diferentes da nossa e que nos obrigam a ver as coisas de outra perspectiva.