Foi preciso apanharmos 19 vôos para para perdermos o 20º, para a Ilha da Páscoa.
Tínhamos avião às 12.30am, e nós como bons portugueses que somos e só conseguimos ler as horas da forma mais complicada, achámos que o vôo era ao meio dia e meia e não à meia noite como foi.
Assim, depois de realizarmos que o próximo vôo era só 3 dias depois e que não iamos conseguir visitar a Ilha da Páscoa, decidimos abrir os cordões à bolsa e comprámos um bilhete para Huahine, umas das ilhas menos turísticas deste arquipélago.
Aqui as pessoas são autênticas, bastante simpáticas (ao contrário de outras ilhas mais turísticas) e prestáveis.
A ilha em si, está muito bem preservada e cuidada.



Ficámos a dormir numa guest house, que além de nos ter emprestado umas "binas", ofereceu um jardim fantástico para tomarmos os nossos pequenos-almoços junto ao mar.

Fomos dar a volta à ilha de mota (60km) e encontrámos várias praias com a água azul de sempre a convidar-nos para uns mergulhos, irresistível!







Os pores-de-sol foram todos alucinantes. Assistir ao sol a por-se no mar a queimar a ilha de Raiatea foram uns momentos únicos que encheram a nossa máquina fotográfica.

Descobrimos o único resort da ilha, Te Tiare e sentimo-nos imediatamente convidados a passar lá o dia entre o restaurante, a piscina e a praia cheia de corais à espera da nossa visita.
O acesso à internet nestas ilhas é bastante complicado e caro, por isso foi tão difícil actualizar o blog.
A partir de agora, vamos tentar actualizar mais diariamente.