Friday, January 8, 2010

Panamá, Isla Contadora, Alive

Fomos ao aeroporto de vôos domésticos no Panamá City e apanhámos o primeiro avião para uma ilha quente, de areia branca e de água cristalina do Pacífico para nos despedirmos do calor antes de regressarmos ao frio europeu.
Isla Contadora, descrita como uma ilha encantadora, pertence a um arquipélago chamado Islas Perlas onde na altura do domínio espanhol, se colhia pérolas e eram contadas nesta ilha antes de irem para Espanha.
Enfim, depois de 20 minutos de tuc-tuc aéreo, chegámos à ilha de 300 habitantes e fomos recebidos da melhor forma pelo anfitrião do nosso hotel.
Situado numa praia de areia branca e água verde, o hotel pequeno abre as portas a qualquer turista que esteja lá instalado ou mesmo quem chegue de barco e queira lá passar o dia.
Nós não fomos excepção; andámos a vaguear pela ilha, aventurámo-nos a fazer a costa da ilha a pé e andar a correr atrás dos pelicanos curiosos que nos acompanharam.

Devem estar a perguntar porque não há umas fotografias a acompanhar estas descrições, mas já vão saber porquê:

Numa noite quente desta ilha, instalámo-nos na recepção aberta do hotel e montámos o nosso "escritório" para actualizarmos este espaço, passar as fotos da máquina para o computador, fazer algumas reservas de hotel para as noites seguintes e etc...
O Cylon foi o primeiro a ver um homem encapuzado a entrar no hotel e ainda tentou esconder a máquina fotográfica; foi logo "apanhado" nessa situação e imediatamente teve uma pistola apontada sendo obrigado a largar a máquina e a deitar-se no chão.
Sem perceber o que se passava, a primeira coisa que me passou pela cabeça foi que ele estava a fazer umas flexões...!
Segundos depois o mesmo homem virou-se para mim com o seu "artefacto" e imediatamente deitei-me ao lado do Cylon no chão.
Ao mesmo tempo, estavam mais 4 homens a limparem o restaurante e todos os seus clientes.
A caixa forte estava ao nosso lado e toda a acção passou-se ali mesmo ao lado onde os ladrões saltavam por cima de nós.
Muita coisa passou-nos pela cabeça, mas além de nos terem "limpado" todos os nossos gadgets; computador, câmara, telefones, cartões de crédito, dinheiro, o importante é que nada nos aconteceu.
No dia seguinte, depois da viagem de volta ao "continente", estivemos horas a passearmos com a polícia panamense a fazermos as denúncias e a sermos transportados com todas as mordomias de um lado para o outro.





O dia acabou no melhor hotel de Panamá City para nos mimarmos um pouco.
Agora estamos recuperados e prontos para continuarmos a nossa viagem por este mundo, mesmo sem os nossos gadgets...

Tuesday, January 5, 2010

Panamá, Panamá City

Decidimos ir ao Panamá para aproveitarmos os últimos dias de temperaturas tropicais antes de regressarmos a Portugal.
Mal aqui chegámos a Panamá City, fomos ver o tão famoso Canal (como bons turistas que somos!).
Aqui apercebemo-nos da importância desta abertura de terra que liga o Pacífico ao Atlântico em todo o comércio mundial e foi uma emoção podermos assistir a estas passagens depois de termos estudado isto na escola.
A dimensão dos navios que passam por aqui é inacreditável, a maioria não deixa mais de meio metro de espaço nas margens das comportas do canal e mesmo assim a fila de espera é imensa!


Casco Viejo, o bairro antigo da cidade onde parece que o tempo parou; as ruas são estreitas, casas antigas fazendo lembrar Havana, ouve-se uma salsa de fundo e as pessoas passam parte do seu dia na rua, uns a pedir um pouco de pão ou a vender o que podem.
Aqui fomos almoçar a uma pracinha para fugirmos do sol abrazador.
Aqui começámos a ver de longe a cidade mais moderna onde os arranha-céus tomam lugar tal e qual uma cidade Norte-Americana.
Espalhadas pela cidade, velha ou nova, estão as mulheres indígenas enroladas em tecidos de padrões e cores espantosas e claro com umas feições inconfundíveis.
Uma vez que estes primeiros dias do ano são de festa permanente, fomos até ao hot-spot ver o que se passava. Aqui, juntamente com as indígenas e outros vendedores ambulantes, os vendedores de maçãs dão cor e sabor à marginal onde o festa acontece.
Todas as fotografias dos panamenhos foram tiradas às escondidas, porque nunca vimos um povo tão desconfiado e tão timido como este. A única foto que pedimos para tirar gerou uma crise de timidez inacreditável! (Claro que não faço ideia o que o Cylon lhes disse!?!!).
No meio disto tudo dá para ver os contrastes desta cidade; bairros ultra-modernos ao lado de outros ultra-antigos, barcos novos fundeados ao lado de uns verdadeiros chaços, Porsches Cayennes ao lado de autocarro super vintages... O único fio condutor é sem dúvida o espírito timido caribenho mesmo estando voltados para o Pacífico.

Sunday, January 3, 2010

USA, Miami, parte 1

Miami apareceu no nosso percurso e fomos imediatamente convidados pela Elizabeth e Kevin para ficarmos em sua casa no famoso bairro Miami Beach.
Mal chegámos, fomos à famosa praia que partilha o mesmo nome do bairro, onde a areia é quente e o "calçadão" convida os locais a patinarem em bikini.
Aqui as pessoas têm um ar descontraído e aproveitam ao máximo o ar livre para passear, apanhar sol, mostrar as últimas tendências de moda mais excêntrica e claro passeando os cães mais chiques independentemente do seu grau de pedigree.

O dia não podia continuar melhor, depois de termos visto o bairro, fomos ver a cidade desde o mar com os nossos anfitriões; Elisabeth, Kevin e Mac (o cão). Aqui a cidade mostrou-se super moderna com arranha-céus a tocarem na água calma e baixa.À volta da cidade estão os casarões dos famosos americanos que passam aqui os seus fins-de-semana fazendo festas incríveis.Fomos de "prego-a-fundo" ver as ilhas vizinhas; as Keys, onde cada uma tem características únicas. Pelo caminho encontrámos um aventureiro que transportava a sua bandeira nacional juntamente com um grau de exaustão, não deixando-nos perceber donde vinha e para onde ia.
A água é tão baixa que até se consegue ver umas casas de férias no meio do oceano, no meio do nada. Mais uma imagem insólita por aqui...
O sol começou a pôr-se no mar e fomos directos à marina terminar o nosso dia de navegação e preparar a noite de passagem de ano.
Foi sem dúvida um dia em cheio onde nós os 5 estivémos no nosso melhor!

Saturday, January 2, 2010

2010

We wish you all a very Happy New Year!!!

Thursday, December 31, 2009

Argentina, Buenos Aires

De volta a Buenos Aires, comecamos a "palmilhar" os bairros mais importantes da cidade.
Reparámos que a cidade é um misto de qualquer cidade europeia com qualquer cidade Sul-Americana; edifícios monumentais, avenidades largas, espírito quente, uma grande cidade!

Plaza de Mayo, zona onde se situam os edifícios do governo, palco de várias manifestações, cafés mais autênticos e passagem de vários turístas.
Puerto Madero, onde ficamos a dormir, é um bairro recente, construido há 10 anos e com a arquitectura mais moderna possível conjugada com os destroços dos barracões do porto de pesca que existia anteriormente. Aqui estao os melhores restaurantes, os melhores hoteis e o melhor ambiente para se andar na rua descontraído.

Tudo se passa à volta dos diques onde se pode praticar remo, passear a beira-água e ver os monumentos em homenagem às mulheres do mundo, como esta ponte do Calatrava que desenha um passo de Tango.
El Caminito, bairro mais típico do Tango e mesmo já um pouco estragado pelo turismo, deu para sentir o espírito quente desta dança.

Fomos contagiados pelo Dakar e pelo espírito automobilístico, assim não parámos enquanto não vimos todos os carros mais desportivos da cidade, incluíndo o do Fangio!
Um dos pontos altos da nossa estadia em Buenos Aires, foi a surpresa que tivémos ao almoço no nosso último dia nesta cidade; o Comandante Gutinho fez um "touch and go" para almoçar connosco, espectacular!

Não podíamos terminar o nosso dia em Buenos Aires sem estar com a nossa anfitriã Vicky que nos cedeu o seu apartamento no melhor bairro da cidade com todas as comodidades.Para variar, Buenos Aires foi mais uma cidade excelente de se conhecer no mundo.
A Argentina é um país de assombro cheio de características únicas e incríveis e que merece uma visita obrigatória.